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- O luxo essencial de estar em casa
O morar contemporâneo resgata seu papel como refúgio sensorial, onde conforto, ergonomia e design de excelência conduzem o retorno ao essencial Texto: Redação Habitare Fotos: Divulgação Natuzzi O lar assume um novo protagonismo como espaço de equilíbrio, acolhimento e bem-estar. Em uma rotina marcada por estímulos constantes e agendas cada vez mais intensas, a casa passa a ser compreendida como um território emocional, onde o conforto físico e o conforto sensorial caminham juntos. Cada ambiente é pensado para favorecer a desaceleração, o silêncio e a permanência, transformando o morar em uma experiência mais consciente e afetiva. Nesse cenário, a escolha do mobiliário deixa de ser apenas uma decisão estética e passa a refletir um cuidado real com o corpo, com o tempo e com a qualidade de vida. Sofás, poltronas e camas assumem papel central na construção dessa atmosfera, pois são eles que sustentam os momentos de pausa e descanso. A poltrona Re-Vive, da Natuzzi Italia, exemplifica esse conceito ao unir tecnologia e design para acompanhar os movimentos naturais do corpo, oferecendo uma experiência de relaxamento intuitiva e contínua. Já o sofá Pagoda reforça a área social como espaço de acolhimento e permanência, com proporções generosas e linhas equilibradas que estimulam tanto o convívio quanto o descanso individual. No espaço mais íntimo da casa, a cama Pixel, da Natuzzi Editions, reafirma o quarto como ambiente regenerador, onde o design atua de forma silenciosa para favorecer o relaxamento profundo. Completando a composição, a poltrona Sydney traz versatilidade e elegância atemporal, criando pequenas ilhas de conforto que se adaptam a diferentes ambientes e estilos de vida, valorizando a pausa como um gesto essencial do morar contemporâneo.
- Decoração clean vai muito além do branco
Sofisticada, elegante e versátil, a decoração clean mostra que simplicidade também pode ter identidade e personalidade. Texto: Redação Habitare Fotos: Rafael Renzo e Thiago Travesso Quando se fala em decoração clean, muitas pessoas ainda associam o conceito a ambientes totalmente brancos e sem graça. No entanto, essa ideia está longe da realidade. O estilo clean é, na verdade, uma proposta que valoriza equilíbrio, leveza e sofisticação, permitindo diferentes combinações de cores, texturas e materiais. A designer de interiores Daiane Antinolfi explica como esse conceito pode ser bem explorado e bem-visto nos ambientes residenciais. “O clean não significa ausência de estilo. Pelo contrário, ele valoriza cada escolha feita no espaço, desde os tons até os detalhes decorativos, trazendo elegância e conforto visual”, destaca Daiane. Na sala de jantar integrada com a varanda gourmet, o estilo clean pode aparecer de forma muito elegante com a combinação de tons de cinza e branco. Para trazer mais charme e requinte, detalhes em dourado fazem toda a diferença, seja em luminárias, objetos decorativos ou até nos acabamentos. Além disso, inserir um mobiliário com cor é uma excelente estratégia para quebrar a neutralidade. Poltronas, cadeiras ou até mesmo o sofá podem assumir um tom mais marcante, criando contraste e personalidade sem perder a harmonia do ambiente. Na sala de estar ou de televisão, a decoração clean pode aparecer com a predominância de cores neutras, desde as paredes até os principais elementos decorativos. Nesse caso, as cores ficam reservadas para os acessórios, como almofadas, mantas, quadros ou objetos pontuais. Essa escolha permite renovar o espaço facilmente, apenas trocando pequenos detalhes, mantendo sempre a sensação de leveza e organização. Já na suíte, o branco deixa de ser visto como um conceito sem vida e passa a representar bom gosto e sofisticação. Quando bem trabalhado, ele imprime personalidade ao espaço. Detalhes em dourado ou rosé gold ajudam a elevar o visual, enquanto o off-white nas paredes traz aconchego e suavidade, evitando um aspecto frio. A escolha dos tecidos, da iluminação e dos objetos decorativos complementa essa proposta com delicadeza. Em outra abordagem, o clean pode estar ligado ao monocromático, especialmente quando explorado em tons de cinza combinados com azuis suaves. Essa composição funciona muito bem na suíte, criando uma atmosfera acolhedora e tranquila, ideal para o descanso. O segredo está na variação de tons e texturas, que traz profundidade ao ambiente sem sobrecarregá-lo.
- ABIMAD’41 abre 2026 como o grande palco da alta decoração na América Latina
De 27 a 30 de janeiro, em São Paulo, a ABIMAD abre o ano do setor com mais de 135 expositores e parceiros, espaços assinados, curadoria de destaque e foco em negócios, tendências e design autoral Texto: Redação Habitare Fotos: Cleber de Paula A ABIMAD’41 inaugura o calendário de 2026 com mais de 135 expositores e parceiros, apresentando lançamentos, movimentos e conceitos que irão nortear o mercado ao longo do ano, entre os dias 27 e 30 de janeiro, no São Paulo Expo A feira se consolida como o ponto de partida para negócios, tendências e para a valorização do design autoral brasileiro, conectando marcas, profissionais e formadores de opinião em um ambiente que respira inovação e excelência. “ Abrir o calendário da alta decoração no Brasil é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um grande diferencial da ABIMAD. A cada edição de janeiro, reunimos o mercado para apresentar lançamentos, apontar tendências e impulsionar negócios que reverberam ao longo de todo o ano. A ABIMAD é o ponto de partida do setor, um espaço onde o design brasileiro se fortalece, gera conexões e projeta suas marcas para o mercado nacional e internacional”, afirma Paulo Mourão , presidente da ABIMAD . Pelo segundo ano consecutivo, a Sala VIP da ABIMAD recebe a assinatura do arquiteto Gabriel Rosa , um dos nomes mais promissores da arquitetura contemporânea brasileira. O projeto foi concebido como um refúgio sensorial no coração da feira, onde formas, texturas, iluminação e materiais se articulam para criar uma atmosfera acolhedora e poética. Dividido entre áreas de estar, bar, refeições e espaços reservados para reuniões, o ambiente convida à pausa, ao encontro e ao networking, equilibrando funcionalidade e experiência estética. A ABIMAD’41 também reforça seu papel na internacionalização do design brasileiro por meio do ABIMAD Export, iniciativa que há mais de duas décadas promove rodadas de negócios e aproxima marcas nacionais de compradores estrangeiros. Com uma programação que reúne lançamentos exclusivos, espaços autorais e uma curadoria alinhada às tendências do morar contemporâneo, a feira se consolida como vitrine do melhor do mobiliário brasileiro e como ponto de encontro indispensável para quem movimenta o setor no Brasil e no exterior.
- Anderson Macena aposta na luz como linguagem, tecnologia como estrutura e design como experiência
À frente da Mais LED, com 12 anos de história, o empresário oferece curadoria estética, suporte técnico e soluções exclusivas para cada projeto luminotécnico Texto: Redação Habitare Fotos: Divulgação Nascida em São Paulo com o propósito de oferecer ao mercado nacional soluções em iluminação com alto desempenho, a Mais LED se consolidou como referência em projetos luminotécnicos de alto padrão, atendendo arquitetos, designers e lighting designers em todo o Brasil. Ao criar a marca, o empresário Anderson Macena percebeu que a arquitetura pedia mais do que pontos de luz: precisava de curadoria estética, suporte técnico e soluções que conversassem com a identidade de cada projeto. Além de oferecer produtos, Macena viu a oportunidade de atuar como uma marca parceira dos profissionais, participando ativamente do processo criativo. Sua equipe é formada por técnicos e consultores especializados, que acompanham cada projeto de forma personalizada, da especificação inicial à instalação, com atenção aos mínimos detalhes e alinhamento com os objetivos estéticos e funcionais do ambiente. “Seguimos três pilares fundamentais: tecnologia, design e relacionamento. Nosso portfólio é amplo e constantemente atualizado, com luminárias técnicas como embutidos, trilhos, perfis de LED, telas tencionadas e sistemas integrados com automação, até uma linha decorativa que inclui pendentes, colunas, arandelas, abajures e plafons. Todas as peças são desenvolvidas com acabamento refinado e versatilidade de aplicação”, afirma o empresário. O cuidado com os mínimos detalhes e o alinhamento entre estética e funcionalidade são o que garantem o resultado esperado. Nos últimos anos, a marca expandiu seu campo de atuação para além da luz, passando a oferecer também soluções para a produção completa de ambientes. Além das luminárias, a curadoria da Mais LED passou a incluir objetos de decoração, peças de design e materiais de acabamento, selecionados para compor atmosferas coesas e visualmente impactantes. Um dos principais destaques dessa ampliação é a representação da Viero Decoratives, tradicional marca italiana de revestimentos artísticos, reconhecida internacionalmente por seus acabamentos sofisticados à base de cal, quartzo e minerais. As superfícies da Viero combinam tradição artesanal toscana com inovação estética contemporânea, criando texturas únicas, efeitos metálicos, foscos ou acetinados, como nas linhas Marmorino, Silk, Allure e Concrete. Aplicadas por profissionais certificados, essas soluções transformam as paredes em elementos de arte, capazes de ampliar a linguagem visual do projeto. Com showroom próprio, estrutura técnica completa e atendimento em todo o território nacional, a Mais LED mantém seu compromisso com a inovação contínua. O olhar atento às tendências globais de arquitetura, sustentabilidade e automação, aliado à escuta ativa dos profissionais do setor, garante à marca uma atuação sólida, dinâmica e cada vez mais conectada com os novos modos de morar. “Entendemos a luz como um recurso arquitetônico, mas também como uma experiência emocional. Ela potencializa o espaço, valoriza os materiais e contribui para o bem-estar. Nosso compromisso é garantir que cada projeto tenha alma e coerência — da iluminação ao acabamento”, conclui Macena.
- Chef Aldo Teixeira prepara prato especial para o aniversário de São Paulo
Em edição limitada, o chef revisita o picadinho tradicional e transforma memória afetiva em homenagem gastronômica à cidade Texto: Redação Habitare Fotos: Divulgação São Paulo completa 472 anos no dia 25 de janeiro, reafirmando um título conquistado à mesa: o de uma das capitais gastronômicas mais vibrantes do mundo. Para marcar a data, restaurantes da cidade recorrem a receitas que atravessam gerações e traduzem a identidade paulistana. Entre elas, o picadinho ocupa lugar cativo na memória afetiva e nos cardápios históricos da cidade. À frente dos restaurantes Forchetta D’Oro e La Terrina , o chef Aldo Teixeira apresenta sua versão do Picadinho à São Paulo, criada especialmente para celebrar o aniversário da capital. O prato resgata a essência da receita tradicional, com execução precisa e olhar contemporâneo. Preparado com cubos de carne refogada, batata, cenoura, champignon e molho roti, o picadinho chega à mesa acompanhado de arroz branco, farofa de banana e ovo pochê. Uma combinação clássica pensada para valorizar sabor, textura e memória. “Quis respeitar o picadinho como ele sempre foi servido em São Paulo, aquele prato que faz parte da história da cidade e da rotina das pessoas. A releitura entra na técnica, no cuidado com o ponto e no equilíbrio do conjunto. É uma homenagem cheia de significado”, afirma o chef. A receita ficará disponível entre os dias 19 e 25 de janeiro, ao valor de R$ 99. Assim como São Paulo se construiu a partir do encontro de culturas, a cozinha de Aldo Teixeira reflete essa mesma diversidade. Suas raízes italianas dialogam com influências brasileiras, francesas e portuguesas, formando uma identidade culinária que traduz a própria cidade: múltipla, intensa e sempre em movimento. Serviço: Restaurante Forchetta D’Oro R. Santa Justina, 210 – Vila Olímpia Horário de funcionamento: todos os dias, das 11h30 às 23h40 Tel.: (11) 3237-0717 Restaurante La Terrina Rua Capote Valente, 500 – Pinheiros Tel.: (11) 3064-1155 Horário de funcionamento: Todos os dias da semana, das 12h às 23h45
- Loft com alma urbana
Apartamento em Copacabana ganha estética industrial e espírito cosmopolita após reforma completa Texto: Redação Habitare Fotos: Luiza Schreier Um antigo apartamento padrão de 180 m², com três quartos, em Copacabana, deu lugar a um loft contemporâneo que poderia estar em Nova York, São Paulo ou Milão. Assinado pelo escritório VRO Arquitetura , da arquiteta Vivian Reimers, o projeto desconstruiu totalmente a planta original para criar um espaço amplo, fluido e integrado, refletindo o estilo de vida de um casal cosmopolita, apaixonado por viagens, encontros e pela convivência com seus dois pets. A proposta foi eliminar a compartimentação tradicional e resgatar a essência dos clássicos lofts nova-iorquinos, onde estruturas aparentes, materiais brutos e a liberdade espacial se transformam em elementos de identidade e personalidade. O pedido dos moradores foi direto e inegociável: nada de branco. Eles queriam uma casa que traduzisse sua energia aventureira e descontraída, sem abrir mão da sofisticação. A partir disso, Vivian trabalhou uma paleta de cinzas profundos, madeiras escuras, estruturas metálicas e vigas aparentes, criando um ambiente urbano, industrial e ao mesmo tempo acolhedor. Texturas marcantes e acabamentos foscos reforçam o caráter contemporâneo e afastam qualquer leitura óbvia ou previsível do espaço. Na área social, a estante escultural em metal se destaca como peça central do projeto. Com pranchas que funcionam como apoios, mesas laterais e até bancos, ela estabelece diálogo direto com a marcenaria e o mobiliário desenhados sob medida pelo escritório. O bar e o móvel de TV/home-office, também em chapa metálica com grades perfuradas, trazem leveza visual e coerência estética ao conjunto. A iluminação pontual valoriza volumes, materiais e cria diferentes atmosferas ao longo do dia, potencializando a experiência do morar. Integrada à sala, a cozinha mantém a mesma linguagem industrial, mas carrega uma solução técnica que se transformou em elemento de design. As tubulações verticais da estrutura do prédio, que não podiam ser removidas, foram incorporadas ao projeto por meio do revestimento das colunas, que passaram a sustentar uma estrutura metálica suspensa sobre o fogão. Assim, o que era limitação virou protagonismo arquitetônico. “Nada aqui é óbvio. Cada detalhe foi desenhado para ser funcional, visualmente leve e coerente com a identidade do projeto. Até os pontos de cor aparecem de forma sutil, em objetos afetivos trazidos das viagens dos moradores”, explica a arquiteta. Na área íntima, a proposta de integração continua. A suíte master reúne dormitório, closet e banheiro em um único ambiente contínuo. Para garantir privacidade sem comprometer a luminosidade e a leveza, um painel de muxarabi atua como divisória delicada e permeável. O banheiro abriga uma banheira de imersão que reforça a atmosfera de relaxamento, enquanto o quarto ganhou um móvel especial para os pets, que une banco, futons e um espaço fresco e confortável para o descanso dos animais. Mais do que um exercício estético, o projeto se revela como um retrato sensível da trajetória dos moradores. Cada escolha material, cada solução espacial e cada objeto carrega significado. “É um loft de alma industrial, mas também emocional e autêntico. Um espaço onde o urbano encontra o íntimo, e onde o design se torna a linguagem silenciosa da memória”, finaliza Vivian.
- A estética do conforto: por que o aconchego virou tendência
No mercado imobiliário atual, a busca por imóveis em Guarulhos e em outras regiões do Brasil reflete uma mudança significativa nas prioridades dos compradores. Hoje, mais do que apenas localização e tamanho, muitos compradores valorizam como o espaço faz sentir-se. Isso acontece porque o conforto e a estética passaram de simples itens de decoração para fatores centrais na escolha de um lar. Esta transformação não é apenas estética, ela está profundamente ligada ao bem-estar, ao estilo de vida e à forma como percebemos nossas casas. O que significa conforto estético Conforto estético não é apenas sobre móveis macios ou cores agradáveis. Trata-se de criar um ambiente que seja visualmente harmônico e que, ao mesmo tempo, ofereça sensação de acolhimento. É a combinação de estética e funcionalidade de modo a tornar um espaço mais humano e agradável. Esse conceito tem raízes em ideias culturais amplas como o hygge , conceito dinamarquês que valoriza o acolhimento e o bem-estar dentro de casa, enfatizando ambientes que trazem alegria e conforto com simplicidade e proximidade emocional. Por que o aconchego virou tendência Existem várias razões pelas quais o aconchego está dominando as escolhas de quem busca um novo lar. Entre elas estão mudanças no estilo de vida e a crescente valorização do bem-estar. 1. O impacto da pandemia na forma de morar A pandemia de Covid-19 mudou radicalmente como percebemos nossos lares. O aumento do tempo passado em casa incentivou as pessoas a investirem em ambientes mais acolhedores, que trazem não apenas beleza, mas também conforto e funcionalidade. Espaços integrados que permitem trabalhar, relaxar e conviver agora são prioridade. 2. Estresse urbano e busca por tranquilidade Nas grandes cidades como São Paulo, Rio e até Guarulhos, a vida urbana intensa aumenta o valor de um lar que funcione como um refúgio. Ambientes que transmitam calma, com luz natural, cores suaves e boa circulação, ajudam a aliviar o estresse do dia a dia. 3. Tendências de design que enfatizam o acolhimento As principais tendências de design de interiores para os próximos anos focam justamente em tornar os espaços mais quentes e humanos. Isso inclui: Texturas e materiais naturais como madeira, tecidos confortáveis e paletas de cores terrosas. Estilos que combinam funcionalidade e estética sem excessos. Ambientes que facilitam o bem-estar e conexão com a natureza. Elementos que constroem o conforto estético Criar um ambiente acolhedor vai além de escolher móveis bonitos. É preciso pensar em como diferentes aspectos influenciam as sensações de quem vive ali. Cores e iluminação Cores neutras e terrosas, como bege, off-white e tons de madeira, ajudam a criar uma sensação de serenidade. A luz natural, quando bem aproveitada, amplia esse efeito e contribui para uma atmosfera mais leve e agradável. Texturas e materiais Texturas suaves e materiais naturais têm papel importante no conforto estético. Tecidos como linho ou algodão e superfícies em madeira ou cerâmica transmitem sensações de aconchego e ajudam a equilibrar espaços mais frios ou minimalistas. Funcionalidade Conforto estético também passa pela funcionalidade. Ambientes bem planejados, com móveis proporcionais e espaços de circulação inteligentes, tornam a vida diária mais prática e agradável para moradores e visitantes. Benefícios do aconchego no ambiente residencial Investir em conforto estético traz vantagens importantes para o bem-estar físico e mental dos moradores. Entre os principais benefícios estão: Redução do estresse: ambientes acolhedores promovem relaxamento e sensação de paz. Aumento da satisfação com o lar: espaços agradáveis melhoram a qualidade de vida. Maior atratividade para potenciais compradores ou locatários: casas e apartamentos bem decorados podem se destacar no mercado. Checklist para um ambiente aconchegante Aqui estão alguns itens que podem ajudar a transformar qualquer espaço em um ambiente mais acolhedor: Luz natural abundante Cores suaves e harmoniosas Materiais táteis como madeira e tecidos naturais Disposição de móveis que favoreça a convivência Elementos pessoais que expressam sua identidade Conclusão A estética do conforto é mais do que uma tendência de design. Ela representa uma mudança profunda na forma como as pessoas escolhem seus lares e valorizam suas experiências diárias. Hoje, quem busca um novo lar tende a priorizar ambientes que tragam bem-estar, funcionalidade e acolhimento. Essa direção reflete uma era em que o lar não é apenas um endereço, mas um espaço essencial para saúde emocional e qualidade de vida. O aconchego virou tendência porque atende a necessidades reais do estilo de vida moderno. Ele combina elementos estéticos com conforto funcional, criando espaços que são ao mesmo tempo bonitos e acolhedores. Ao entender e aplicar essas ideias no mercado imobiliário, compradores, designers e corretores podem agregar valor às propriedades e contribuir para uma experiência residencial mais satisfatória para todos.
- Casa em vila une estilo industrial, natureza e vida ao ar livre em projeto no coração de São Paulo
Projeto do escritório RUA 141 transforma um terreno de 4 x 18 metros em uma casa integrada, luminosa e com identidade esportiva, a poucos passos do Parque Ibirapuera Texto: Redação Habitare Fotos: Fran Parente Triatletas e apaixonados pela vida ao ar livre, o casal de 33 anos, buscava um endereço que traduzisse seu estilo de vida: morar em uma vila, com clima de bairro, onde as crianças pudessem brincar na rua, o cachorro Moleque circulasse livremente e a proximidade com o Parque Ibirapuera facilitasse a rotina de treinos. Quando surgiu a oportunidade de compra de uma das casas na mesma vila onde já moravam de aluguel, não houve dúvidas. Para dar forma a esse novo capítulo, convidaram o escritório RUA 141, liderado pela arquiteta Mona Singal, a desenvolver o projeto em um desafiador terreno de 4 x 18 metros. Após algumas visitas e estudos, a decisão foi pela demolição completa e a construção de uma nova casa, iniciando uma verdadeira corrida contra o tempo: a primeira filha do casal estava a caminho. Das estruturas existentes, apenas as paredes laterais de tijolinho, que fazem divisa com os vizinhos, foram mantidas. Uma nova estrutura metálica e lajes treliçadas deram origem a uma residência de 135 m², construída em um ano e meio. A casa foi organizada em dois corpos conectados por passarelas metálicas e distribuída em três pavimentos: térreo, superior e rooftop. No centro do projeto, um jardim interno abriga uma árvore de araçá, responsável não só pelo conforto térmico, mas também por oferecer uma vista verde aos dormitórios. A integração dos ambientes no térreo foi essencial para ampliar visualmente o espaço, garantir ventilação cruzada e potencializar a entrada de luz natural, fundamental em um lote estreito. O estilo industrial percorre toda a casa e se expressa nas vigas e pilares metálicos pretos, nas paredes de tijolinho descascado, na iluminação em trilhos aparentes e nos conduletes metálicos. Em contraponto, para trazer aconchego, foram utilizados o piso de madeira tauari em espinha de peixe e os caixilhos em madeira freijó. A escada metálica com chapa dobrada e guarda-corpo perfurado conecta os pavimentos e reforça a linguagem contemporânea do projeto. A fachada, marcada pelo tijolinho branco aparente e pelas venezianas ripadas em freijó, anuncia a personalidade da casa e acolhe quem passa pela vila. Ao entrar, já é possível visualizar a integração entre living, cozinha, jantar e jardim. No segundo bloco do térreo ficam o lavabo, o escritório e a despensa, garantindo privacidade para o trabalho com vista para o verde. Também ali, mais duas bicicletas foram incorporadas à composição. No pavimento superior, a área íntima se organiza a partir de uma circulação linear iluminada por uma zenital, que traz a luz natural e um recorte do céu para dentro da casa. O piso em madeira tauari percorre todo o andar, enquanto as paredes de tijolinho aparente reforçam a materialidade original. As portas, desenhadas até o forro em freijó, ampliam a sensação de pé-direito. A suíte máster, voltada para a fachada, conta com uma grande janela de correr, enquanto o banheiro mescla cimento queimado e ladrilho hidráulico rosa, com iluminação e ventilação garantidas pela zenital. Os quartos das filhas seguem a mesma linguagem: caixilhos generosos, venezianas ripadas e vistas para a copa da árvore do jardim interno. O banheiro das crianças repete a combinação de cimento queimado com ladrilho hidráulico, agora em tom verde. Uma das suítes é acessada por uma passarela metálica, reforçando o caráter arquitetônico do projeto. No topo, o rooftop se revela como um dos espaços mais especiais da casa. O acesso se dá por uma cobertura metálica com vidro motorizado e deslizante, que ilumina naturalmente a escada. Nesse pavimento, foram criadas a área gourmet e um estar acolhedor com pufes, cercados pelo paisagismo. Floreiras ao redor do perímetro formam um pequeno oásis urbano, que garante privacidade em relação às casas vizinhas e aproxima os moradores da natureza. Atravessando outra passarela, ficam o segundo lavabo e a área de serviço, ambos com iluminação e ventilação naturais por meio de zenitais. O resultado é uma casa que equilibra estética industrial, integração com o verde e soluções afetivas, refletindo a essência de um casal que vê a arquitetura como extensão de seu modo de viver.
- Apartamento em Brasília valoriza escada helicoidal, teto colmeia e vigas aparentes em reforma de linguagem autoral
Projeto do escritório CODA Arquitetura preserva a identidade original do imóvel e adapta os espaços às novas dinâmicas dos moradores Texto: Redação Habitare Fotos: Joana França Com escada helicoidal, varandas generosas e abundante iluminação natural, o apartamento de 294 m² na Asa Sul, em Brasília, conquistou o médico Bruno Peixoto e a advogada Gabriela Vieira logo na primeira visita. O imóvel passou por uma reforma conduzida pelo escritório CODA Arquitetura, que teve como premissa principal respeitar a essência do edifício, reinterpretando seus elementos estruturais de forma contemporânea. “A escolha não poderia ter sido mais acertada. O resultado é um apartamento único, atemporal e com forte identidade brasileira”, afirma Gabriela. Entre as soluções mais ousadas está o teto colmeia, que se tornou um dos protagonistas do projeto. “No início tivemos receio, mas confiamos na proposta e o efeito ficou extremamente original”, completa. Um dos principais pedidos do casal era a criação de duas cozinhas: uma social, integrada à sala para receber convidados, e outra mais reservada, voltada à rotina do dia a dia. A inspiração veio da própria materialidade do edifício, onde pilares e vigas de concreto foram mantidos aparentes e passaram a dialogar diretamente com os novos elementos do projeto. “Os tons de cinza do concreto e do forro criam contraste com a madeira e com a escada, enquanto as texturas ganham protagonismo sobre uma paleta de cores sóbria e neutra”, explica a arquiteta Julia Coutinho, que assina o projeto ao lado de Pedro Grilo e Carolina Piana. Na área social, a ilha escultórica em mármore verde Guatemala, com armários camuflados, atua como ponto focal e reforça o caráter sofisticado do ambiente. Apesar de seu forte apelo estético, a escada helicoidal foi também um dos maiores desafios da obra. A estrutura original foi preservada, mas ganhou um novo guarda-corpo e corrimão em chapa metálica, responsáveis por conferir unidade visual e impacto volumétrico. “A sobreposição dos guarda-corpos cria um efeito visual conhecido como ‘moiré’, que adiciona movimento e dinamismo ao espaço”, detalha Julia. Já a varanda, com paisagismo integrado, reforça a conexão entre interior e exterior. Em diálogo com o verde característico das superquadras de Brasília, o espaço amplia a sensação de bem-estar e traz a natureza para dentro do apartamento, potencializada pela intensa entrada de luz natural que permeia todos os ambientes.
- Feira na Rosenbaum desembarca pela primeira vez em Salvador em parceria inédita com a Nordestesse, de 22 a 25 de janeiro
Evento vai reunir mais de 70 marcas de moda, acessórios, design e bem-estar, no icônico Palacete Tirachapéu Texto: Feira na Rosenbaum e Nordestesse Palacete Em comemoração de uma década do projeto Feira na Rosenbaum pelo Brasil, a feira fundada por Cris Miranda Rosenbaum em São Paulo há 15 anos celebrados em 2026 já passou por Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte, Goiânia, Florianópolis, Maringá, Curitiba e Manaus. Em Salvador o evento apresenta mais de 70 expositores de itens de moda, acessórios, joalheria, cerâmica, impresso, arte, decoração e bem-estar, vindos de diversas partes do Brasil, muitos dos quais estreantes na feira e na capital baiana. Três Pontos “É a primeira vez que a Nordestesse e a Feira na Rosenbaum se unem para organizar juntas uma feira e a gente queria muito que essa estreia fosse em Salvador. Primeiro porque esta é a feira de moda e design autoral mais importante do Brasil, que além de três edições anuais em São Paulo, viaja o Brasil, mas nunca havia passado por Salvador”, diz Daniela Falcão, fundadora da Nordestesse. Cira Arte “Para viabilizar nosso projeto de levar a Feira para diversas partes do Brasil, é fundamental o apoio de instituições e profissionais locais e essa parceria com a Daniela era justamente o que faltava para nos levar a Salvador, cidade com a qual temos muita afinidade e para onde eu sempre quis ir; um sonho realizado”, conta Cris Miranda Rosenbaum. A parceria é prova de que a união e o coletivo são os caminhos para difundir a força do trabalho dos criativos brasileiros. Estúdio Libero O mix de marcas da Nordestesse tem como objetivo apresentar ao consumidor de Salvador que gosta de novidades o melhor da moda e do design autorais no país todo, com uma ênfase em marcas baianas que não possuem loja própria como a Almacor, Moab e Bossa de Maria. Na área da moda, um dos destaques é a presença de marcas que desfilam no SPFW como a cearense David Lee e a carioca-baiana Santa Resistência. Maria Gabriela Além de criativa, a Feira na Rosenbaum se consolida como uma plataforma de negócios, a exemplo do Ceramiquinho, que desenvolveu uma coleção de moda e casa com a Riachuelo, e o Voador Tecelagem, que assinou uma linha com a Tok Stok, parcerias estas feitas através do evento e que estarão na edição de Salvador. As criações muitas vezes ultrapassam fronteiras, a exemplo da marca de moda social Alina Amaral, com roupas feitas por bordadoras alagoanas, selecionada para participar da Semana de Moda de Milão. DC-Ceramiquinho Outros destaques desta edição ficam por conta do trabalho de porcelana lúdica dos mineiros do Estúdio Líbero, do mobiliário de corda náutica do cearense Studio Aho, da cerâmica moderna, tropical e colorida da carioca Maria Gabriela. “As edições regionais sempre nos rendem belíssimas histórias, a exemplo da Casa di Eva, que começou conosco bem pequenininha em Maringá, sua cidade natal, e hoje chega à capital baiana com lançamentos, marca bem-posicionada e qualidade impecável dos produtos. O contrário também se aplica, pois teremos a alegria de nesta edição contar com a CasaMo, que já participou de feiras anteriores e agora está sediada em Salvador”, conta Cris Miranda Rosenbaum. Fotos AHO - Lampeja Filmes “Além dos soteropolitanos, também queremos atrair o turista descolado que vem pra Salvador entre a Lavagem do Bonfim e o 2 de fevereiro. Algumas marcas, inclusive, estão fazendo microcoleções especiais para a data, com muito azul e branco e imagens de sereias”, completa Daniela. SERVIÇO FEIRA NA ROSENBAUM + NORDESTESSE Palacete Tirachapéu: Rua Chile, 1, Centro Histórico, Salvador De 22 a 25 de janeiro, das 11h às 20h









