Em ano de 50 anos da marca, o circuito reúne nomes da arquitetura e do design de interiores com ambientes autorais e lança a Artefacto Edition 2026 assinada por Patricia Anastassiadis.

Mostra Artefacto Brasília 2026 propõe um olhar sobre o tempo com o tema “Maturidade” e lança a coleção Cosmos, de Patricia Anastassiadis
Texto: Redação Habitare · Fotos: Raphael Briest · Marco Antonio
Texto: Redação Habitare
Em ano de celebração — são 50 anos de trajetória — a Artefacto escolhe olhar para aquilo que não passa: repertório, permanência e a sofisticação que se constrói com experiência. Em Brasília, a Mostra 2026 chega guiada pelo tema “Maturidade”, propondo uma reflexão sobre o tempo e sobre como o morar contemporâneo pode ser mais calmo, mais preciso e, sobretudo, menos interessado em excessos.
A exposição reúne nomes de destaque da arquitetura e do design de interiores em um circuito de ambientes que traduzem diferentes modos de habitar. Em comum, os projetos defendem escolhas conscientes, estética apurada e uma dimensão afetiva que vai além do impacto imediato — atributos que dialogam com o momento atual e com a evolução da marca ao longo de cinco décadas.
Mais do que uma vitrine, a Mostra se afirma como plataforma de expressão criativa. Cada espaço funciona como uma narrativa: fala de cultura, identidade e do que permanece quando a tendência passa.
Em Brasília, a edição também reforça a conexão da Artefacto com o cenário criativo da capital, evidenciando a diversidade de linguagens — do clássico ao contemporâneo, do refúgio íntimo às grandes áreas de convivência — e a força autoral dos profissionais envolvidos.
Como parte das comemorações, a marca apresenta ainda a Artefacto Edition 2026 – Cosmos, coleção assinada pela diretora criativa Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade que estrutura o universo, a linha reúne peças que orbitam entre legado e futuro.
Linhas precisas, equilíbrio entre forma, técnica e função e uma pesquisa sofisticada de materiais — pedra, vidro martelado, metal, couro e camurça — resultam em um mobiliário de presença serena, pensado para acompanhar o tempo e a evolução do morar.
No circuito de ambientes, alguns destaques ajudam a entender como “maturidade” ganha corpo em diferentes escalas e atmosferas.
Daniele Franco assina um layout integrado de 100 m² — living, home office e jantar — e parte da ideia de que maturidade é evoluir com constância sem perder a essência. O projeto aposta em um desenho fluido e na ausência de excessos, com peças como o módulo Getz, as poltronas Mentha e a mesa bar Lena contribuindo para um acolhimento funcional.
Foto: Raphael Briest
Dalilla Menegotto apresenta a Casa em Permanência, um ambiente de 38 m² que se desdobra em living e jantar e traduz maturidade como pausa: um espaço feito para ser vivido, com história e afeto, mais interessado em permanecer do que em impressionar. Linho, palha, madeira e malacca constroem uma base natural e leve, acompanhada por escolhas como a cadeira Pasu, o sofá Nouvel e a mesa de jantar Moon.
Foto: Marco Antônio
No ambiente Convivência, com 88 m², Hélio Albuquerque organiza um refúgio que combina sala de estar, jantar, degustação de ch