06/06/2018 — Texto: Exata Comunicação | Guilherme Jordani

Projeto de arquitetura preza pelo conforto dos pacientes no uso de cores neutras e ambientes amplos e funcionais.

Espaços aconchegantes e cores que tranquilizam fazem da Clínica Visão um ambiente agradável e funcional. O projeto foi desenvolvido pela arquiteta Cristina Mioranza, do C2 Arquitetos, que é especialista na área da saúde, e segue um conceito clean e exclusivo, respeitando as regras da ANVISA.

Em 350 m², a arquiteta projetou cinco amplos consultórios, recepção para 30 pessoas e sala de lentes e exames, localizados no Edifício Attuale, no bairro Exposição, em Caxias do Sul (RS). Os espaços contam com os mais avançados equipamentos e tecnologias mundiais. Em cada ambiente, prevalecem os tons neutros, indo do acinzentado ao terroso, que conferem sofisticação e aconchego ao décor.

Por se tratar de uma clínica de oftalmologia, os espaços foram planejados pela arquiteta com acessibilidade necessária às demandas dos pacientes e profissionais, além de facilidade na circulação.

Na chegada à clínica, uma grande recepção acomoda os pacientes e, logo na sequência, encontra-se a sala de lentes e exames. Os cinco consultórios médicos também garantem a locomoção de forma rápida e sem obstáculos, seguindo o conceito de acessibilidade para portadores de necessidades visuais.

Equipada com móveis Florense, a clínica conta com divisórias em painéis melamínicos em MDF e vidro. Para o piso, a profissional optou pelo uso de vinílicos de alto impacto e resistência em tons amadeirados, o que contribui para o conforto dos ambientes.

Na decoração, persianas Duette da Hunter Douglas, que combinam com os tons fendi das paredes e, ainda, iluminação em LED, para a economia de energia das salas.

A arquiteta destaca que o cuidado ao projetar um consultório médico deve estar em seguir as regras da área da saúde, como a facilidade na manutenção e higiene dos equipamentos, mobília e acessos do local.

“Acima de tudo, o diferencial da arquitetura é não deixar o ambiente com ‘cara de doença’, tornando-se aconchegante e confortável para os pacientes que buscam atendimento”, ressalta Cristina.

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