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Textos: Arquiteto Mozart Araújo Júnior | Projeto: Cláudia Gomes | Fotos: Celso Monne
Comerciais ou Residenciais, surgem as relações de troca. A preocupação com o espaço de trabalho para a boa produtividade gera novos desafi os aos arquitetos. Parafernálias tecnológicas caracterizam o escritório moderno. A decoração, a partir da década de 80, deixa de ser apenas uma
mesinha e uma cadeira qualquer. Seja em casa ou no trabalho, o arquiteto pode romper barreiras e garantir bem estar dentro de qualquer ambiente. Os escritórios passam a ser mais personalizados, o que vale é a criatividade. O uso de móveis desenhados, iluminação mais clara e calma, tudo é pensado na hora de executar
o projeto.
• Sorocaba | 2004
Capa: Projeto Arq. André Paes e Cícero Toledo | Foto: Elson Yabiku

Textos: Arquiteto Mozart Araújo Júnior | Fotos: Luiz Chiozzotto
O que mais precisamos para recuperar as
energias perdidas durante o ano que passou? Sol, praia, casa de campo, ofertas não faltam, são tantas as opções, escolher o lugar correto, pesquisar preços e serviços prestados são algumas das dicas que esta matéria traz. Cuidados com o sol e a qualidade da água e do ar que tanto precisamos também faz parte do pacote. Para quem gosta de praia, o caminho certo e mais próximo é o litoral de São Paulo. Para quem prefere
tranqüilidade, nada melhor do que desfrutar da companhia da natureza em uma casa no campo. As opções são muitas para que você curta suas férias com muita paz seja no mar, no campo ou outro lugar de sua preferência, o importante é estar feliz. E como diz Caetano Veloso em sua música “Caminhando contra o vento, Sem lenço, sem documento. Num sol de quase Dezembro. Eu vou.”
• Sorocaba | 2004
Capa: Construção José Marcelo Galvão | Foto: Luiz Chiozotto
É lançada a 2ª edição da Habitare. Ainda tímida, a revista entra cada vez mais no mercado de arquitetura e construção em constante crescimento na cidade. Ganha força na elaboração de suas matérias e na busca por profi ssionais da área.

Textos: Arquiteto Mozart Araújo Júnior | Projeto: Luciana Bianchi Brito | Foto: Luiz Chiozotto
Com o fim da segunda guerra mundial e a necessidade de expansão das empresas, a industrialização precisava de empreendimentos mais ousados. Em Nova York, onde a situação foi muito evidente, as empresas passaram a buscar grandes áreas. Os prédios então passaram a ser abandonados e os aluguéis despencaram. Foi ai que jovens artistas, sem poder aquisitivo e necessitando de espaço para as suas criações, interessaram-se por este espaço, adaptando-os de acordo com suas visões e estilo. Nasce então, na década de 50, os “Lofts”. Pé direito alto, estruturas aparentes ou não, mezaninos, nada de divisões de espaços são características marcantes de um loft. Hoje os lofts são sinônimos de grife, de status. Enganam-se os céticos que consideram apenas um modismo. Que moda resistiria a mais de 50 anos? A moda de viver bem. Os espaços readaptados a residências e ateliês ainda são moderníssimos e exemplos em qualquer revista de arquitetura. A idéia do loft é usada para caracterizar personagens livres de preconceitos, jovens talentosos, criativos e apaixonados pela vida.
• Sorocaba | 2003
Capa: Projeto Arq. Liamara Terra Bento | Foto: Luiz Chiozotto