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Desde o início, a artista plástica Zi Cossermelli integrava a equipe Habitare e, a partir da 6ª edição, assume a Direção Editorial da revista. Em comemoração ao 1º ano, presenteamos 3 arquitetos com a escultura ‘A Casa’ em agradecimento pela colaboração à revista. Nesta edição, houve mudança no seu tamanho, cresceu aumentando sua credibilidade junto ao público, tornando-se um veículo de comunicação bem conhecido entre os profis- sionais do ramo.

Texto: Arquiteto Mozart Araújo Júnior | Projeto: Adriana Mavignier Madeira - Casa Cor 200 | Foto: Elson Yabiku
A área de lazer é o lugar ideal pra passar o fi m de semana com a família e com os amigos. Hoje é comum as casas contarem cada vez mais com churrasqueiras, piscinas, saunas, decks, spas, etc. Mais privativa que clube, segura e confortável, essa tendência, sem duvida, limita as novas amizades, além de reforçar os laços familiares.
A piscina é sempre o atrativo de qualquer área de
lazer, é ela a estrela principal, que faz a alegria de crianças e adultos.
Prêmio ‘A Casa’
A artista plástica Lúcia Castanho foi convidada para elaborar o 1º prêmio concedido pela revista Habitare a profi ssionais do ramo. Seu tema escolhido foi A Casa. “A função da casa é a mesma em qualquer lugar do mundo, diferencia-se de acordo com a cultura do país onde é construída e no tamanho. Ela dá ao homem a ilusão de estabilidade. Pode ter a forma que desejar, pode ser quadrada, redonda, transparente, enfi m ela refl ete a alma de seus ocupantes. Simbolicamente, várias formas nos remetem à casa: o ninho, a concha e o casulo. O casulo é o espaço que nos dá a idéia de recolhimento e neste contexto simboliza a primeira habitação: a caverna” - salienta Lúcia.
A artista criou mais 3 esculturas dentro do tema ´A Casa´ , com as quais outros arquitetos já foram premiados no Concurso “Seu projeto em Destaque”.
• Sorocaba | 2004
Capa: Projeto Arq. Forioni China | Foto: Elson Yabiku

Texto: Arquiteto Mozart Araújo Júnior | Projeto: Alexandre Cristoforelli
Existe uma grande diferença entre projetar tecnicamente um espaço e projetar sensações. Todos os projetos mostrados nesta edição têm essa qualidade: projetar tecnicamente uma emoção. Técnicas de iluminação são estudadas
desde a metade da década de 30, por H.C. Weston, passando por vários pesquisadores até os dias de hoje. A difi culdade ainda é descobrir como calcular a reação subjetiva da luz. Para resolver esse dilema e “clarear” soluções para o dia -a-dia, os profi ssionais estão sempre dando dicas de como não errar na escolha da iluminação. Quando pensamos na iluminação de um espaço, pensamos primeiro em uma solução
funcional para o correto desempenho de uma tarefa. É ela que nos oferece a experiência do espaço e a sensação da forma, seja de dia ou de noite”, comenta a arquiteta Adriana Machado de Araújo.
• Sorocaba | 2004
Capa: Jaqueline Groisman e Eduardo Wolf | Foto: Marçal Duarte

Textos: Arquiteto Mozart Araújo Júnior | Projeto: Cláudia Gomes | Fotos: Celso Monne
Comerciais ou Residenciais, surgem as relações de troca. A preocupação com o espaço de trabalho para a boa produtividade gera novos desafi os aos arquitetos. Parafernálias tecnológicas caracterizam o escritório moderno. A decoração, a partir da década de 80, deixa de ser apenas uma
mesinha e uma cadeira qualquer. Seja em casa ou no trabalho, o arquiteto pode romper barreiras e garantir bem estar dentro de qualquer ambiente. Os escritórios passam a ser mais personalizados, o que vale é a criatividade. O uso de móveis desenhados, iluminação mais clara e calma, tudo é pensado na hora de executar
o projeto.
• Sorocaba | 2004
Capa: Projeto Arq. André Paes e Cícero Toledo | Foto: Elson Yabiku